Inicia campanha de vacinação contra a gripe

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Foto/Reprodução Internet

Começou nesta quarta-feira, 10, a campanha de vacinação contra a gripe em todo o país. Gestantes e crianças de até 6 anos de idade terão prioridade na primeira semana, que encerra o dia 18.

No dia 22 de abril inicia a imunização para pessoas com mais de 60 anos, doentes crônicos, professores e trabalhadores da área da saúde.

A vacina protege contra três tipos de vírus Influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. A dose deste ano foi atualizada com subtipos diferentes nas cepas H3N2 e B, por isso deve ser repetida mesmo por quem já se protegeu na temporada passada.

A vacina é produzida com vírus mortos, sem risco de causar infecção.

A imunização leva em torno de 15 dias para gerar proteção ao organismo, por isso a importância de se vacinar no período da campanha, antes da chegada do inverno, época do ano de maior circulação da doença.

Procure a Sala de Vacinação da Unidade Básica de Saúde e lembre-se de levar a caderneta de vacinação e o cartão do SUS.

Calendário da campanha

A campanha foi aberta nesta quarta-feira (10) para as crianças e gestantes. Os demais grupos podem se vacinar a partir do dia 22. O Dia D da estratégia será em 4 de maio, sábado, com a abertura extraordinária dos postos de vacinação. A campanha tem término previsto para 31 de maio.

Grupos que podem receber a vacina a partir de 10/4:

– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)

– Gestantes (em qualquer idade gestacional)

Grupos que podem receber a vacina a partir de 22/4:

– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)

– Gestantes (em qualquer idade gestacional)

– Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto)

– Pessoas com 60 anos ou mais

– Povos indígenas aldeados

– Trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados

– População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional

– Professores de escolas públicas e privadas

– Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais*

*Doenças crônicas respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas ou hepática; diabetes; imunossupressão; obesidade; transplantados ou pessoas com trissomias (alterações genéticas congênitas).

Fontes: Secretaria Estadual de Saúde e G1